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Subsídio bíblico para a Escola Dominical - classe dos Adultos. Subsídio para a Lição: 1 | Revista do 3° trimestre de 2019 | Fonte: E-book Subsídios EBD Vol. 16 | Acesse aqui a continuação.

Introdução
Um mordomo é uma pessoa que administra os bens de outra pessoa. Ele próprio não possui esses bens, mas tem o privilégio de desfrutá-los e de usá-los de modo a beneficiar seu senhor. O mais importante para o mordomo é servir ao Senhor fielmente (1 Co 4.2). Deus possui tudo (Rm 11.36; Salmos 24.1). Mas, na qualidade de mordomos, administramos e tomamos conta das coisas para Ele. Temos obrigação de sermos fiéis nesta administração.

I – CONCEITO DE MORDOMIA

1. Mordomo (Gn 39.4-8, RA;  Lc 12.42; Lc 16.1,3,8 RC)
“O mordomo” (Lc 16.1). [No grego oikonómos] era um profissional que gerenciava os fundos ou propriedades de outra pessoa. Na época do Novo Testamento esse indivíduo tanto podia ser um escravo quanto um empregado.

2. Mordomia
Mordomia significa Função do mordomo. No sentido Bíblico significa a utilização responsável e amorosa dos recursos que o Senhor colocou-nos à disposição visando a sua glória e a expansão de seu Reino. Entre estes recursos, acham-se nossos talentos naturais e espirituais, haveres, tempo e a própria vida (Dicionário Teológico CPAD).

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II - O MORDOMO NA BÍBLIA

1. No Antigo Testamento.

A palavra mordomo, no hebraico, é Ha-ish asher al: “homem que está sobre”, referindo-se ao mordomo de José (Gn 43.19); Asher al bayth: “quem está sobre a casa” — idem (Gn 44.4); Bem mesheq: “filho da aquisição”, referindo-se a Eliézer, o mordomo de Abraão (Gn 15.2). A palavra sempre se refere a uma pessoa de elevada confiança, a quem um rico proprietário confia os seus bens, bem como a administração de sua casa e dos seus empregados ou servos.

ELIEZER: PERFIL DE UM MORDOMO FIEL (Gn 15.2)
Você já desempenhou uma responsabilidade com este tipo de planejamento dedicado e cuidadoso, e, ao mesmo tempo, confiando em Deus?

Atitudes
Texto Bíblico
Aceitou o desafio
Gn 24.3,9
Examinou alternativas  
Gn 24.5
Prometeu seguir instruções 
Gn 24.9
Elaborou um plano 
Gn 24.12-14
Submeteu o plano a Deus 
Gn 24.12-14
Orou pedindo orientação 
Gn 24.12-14
Idealizou uma estratégia com espaço para a intervenção de Deus 
Gn 24.12-14
Esperou 
Gn 24.21
Observou atentamente 
Gn 24.21
Aceitou com gratidão a resposta 
Gn 24.26
Explicou a situação aos grupos interessados 
Gn 24.34-49
Recusou demoras desnecessárias 
Gn 24.56
Concluiu todo o plano 
Gn 24.66

2. No Novo Testamento.
Há várias palavras gregas traduzidas por mordomo.
ü  Epitropos: Com o significado de “encarregado”. Vemos essa palavra em Mateus 20.8 (o mordomo da Parábola dos trabalhadores); em Lucas 8.3 (ref. a Cuza, procurador ou mordomo de Herodes); Gálatas 4.2 (ref. a tutores e curadores de um menor).
ü  Oikonómos: Significa “mordomo”. Encontramos esse termo em Lucas 12.42 (o “mordomo fiel e prudente”); Lucas 16.1 (ref. ao mordomo infiel); Romanos 16.23 (“o procurador da Cidade”); 1 Coríntios 4.1,2 (“despenseiros de Cristo”). A palavra vem de oiko (casa) e nomos (administrador, despenseiro). O dono da casa era o oikodespotes (Mc 14.14).

3. Mordomo inteligente.

 O mordomo inteligente reconhece que:
Ø Deus é o grande Criador de todas as coisas (Gn 1.1)
Ø Deus criou o sistema solar (Sl 104.19)
Ø Deus criou o reino vegetal (Sl 104.14)
Ø Deus criou os animais (Gn 1.20,21; Sl 50.10-12)
Ø No princípio Deus criou a raça humana (Gn 1.27; At 17.26)
Ø Os despenseiros devem ser achados em fidelidade (1 Co 4.2)
Ø Devemos dar a Deus tudo aquilo que lhe pertence (Mt 22.21)
Ø Somente Deus, o Doador da vida, tem o direito de tirá-la (1 Sm 2.6)
Ø Deus é o sábio construtor (Hb 11.10)
Ø A Deus devemos toda a nossa obediência (At 4.19)

Cada um de nós possui determinado trabalho a fazer neste mundo, uma incumbência que recebemos de Deus. Temos a responsabilidade de nos manter fiéis até sua volta. Talvez não pareçamos bem-sucedidos a nossos próprios olhos nem aos olhos do mundo, mas isso não importa. O que Deus quer é fidelidade (1 Co 4.2).

A grande motivação da vida e do serviço cristão deve ser o desejo de agradar ao Senhor para que, em sua volta, ele nos encontre trabalhando fielmente.

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III – LIÇÕES PARA OS MORDOMOS
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SUBSÍDIO TEOLÓGICO
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